Segundo a empresa Gartner, nem todas as empresas estão implantando o verdadeiro Cloud Computing… Você concorda?

Publicado por Márcio Petito em

Segundo empresa americana, líder mundial em pesquisa e consultoria Gartner, o mercado e a mídia promovem a Cloud Computing, muitas vezes, sem o devido cuidado em responder todas as questões sobre seu conceito, objetivos e resultados ao implantar esforços focados em uma plataforma em nuvem privada, principalmente sobre sua capacidade em promover otimização dos recursos financeiros, retorno do investimento, produtividade, segurança e sobre o que faz mais sentido para cada empresa, segundo suas particularidades.

É preciso tomar cuidado com o discurso promocional, que pode causar confusão e a utilização incorreta destes recursos e serviços.

Para contribuir para a correta aplicação e implantação da Cloud Computing, listamos cinco prováveis equívocos que pode estar ocorrendo sobre o assunto:

1.    Basta ter virtualização: equipar um servidor com o hypervisor não é computação na nuvem privada.

A virtualização é um componente chave, que permite a constituição de um repositório de recursos para serem facilmente acessados.Mas, é preciso garantir ainda outras características de self-service e de capacidade de expansão de recursos.

2.    Serve sempre para poupar dinheiro: um dos maiores equívocos é acreditar que o único foco da Cloud Computing é economia de dinheiro. Em muitos casos pode ser verdade, mas não é uma verdade universal.

Entre os seus benefícios financeiros, que se equipara à economia esperada, podemos identificar a capacidade de redistribuir recursos de forma mais eficiente, reduzir gastos de capital de acesso a novo hardware, maior agilidade, alta capacidade de expansão dinâmica, entre outros.

3.    Fica sempre dentro de casa: muitas pessoas ainda associam uma Cloud privada com aquela alojada no data center de uma organização, por trás de um firewall.

Essa é uma meia verdade e, alguns fabricantes podem tentar vender Clouds privadas sem características “multi-tenant”, com recursos dedicados em um único cliente e sem partilha de recursos.

Ou, alguns fornecedores podem, por exemplo, terceirizar as suas operações de centro de dados de um cliente para a instalação secundária, ou reunir os recursos dos clientes, mas separá-los usando VPN. É preciso cuidado!

4.    É só infraestrutura: uma plataforma de Cloud privada pode ser considerada um serviço de infraestrutura virtual. Mas, há outras implantações de Clouds privada, particularmente via software e sob muitas outras formas que é preciso conhecer a analisar.

5.    É sempre privada? Adotar uma plataforma de Cloud privada é o primeiro passo natural para muitas organizações. Mas, há a existência de nuvens públicas, que ainda estão amadurecendo as precauções de segurança, minimizando o impacto das interrupções e tempo de inatividade.

Dependendo do tipo e rotina de armazenamento de dados e outras características específicas do negócio, há a viabilidade para Clouds híbridas, pense no assunto.

Contar com o suporte de uma empresa parceira, responsável e decidada em suprir suas necessidades é fundamental para obter os resultados esperados.

Gostou das explicações? Você também tem estas dúvidas que você tem sobre Cloud Computing? Tem alguma dúvida que não colocamos explicamos? Comente sobre o assunto e colabore com nosso conteúdo!

Quer analisar sua infraestrutura e verificar a possibilidade de utilizar o armazenamento em nuvem e outros benefícios do Cloud Computing? Entre em contato e, a qualquer momento, envie um e-mail para comercial@m3solutions.com.br

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Categorias: Cloud

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