Leitura obrigatória para quem vivenciou ou não os perigos de um ciberataque

Publicado por Márcio Petito em

O que são ciberataques e como proteger minha empresa?

Também chamado ataques cibernéticos, os ciberataques são quaisquer tentativas de expor, alterar, desativar, destruir, roubar, sequestrar, obter acesso, ou fazer qualquer tipo de uso não autorizado de um sistema de informação de computadores, infraestruturas, ou mesmo rede de computadores.

Os ciberataques podem acontecer ativamente (invasão de um computador, ou seu servidor), ou passivamente (instalação de softwares maliciosos).

Geralmente, o ciberataque vem associado a um objetivo financeiro, mas também pode ser utilizado para apagar informações existentes, cometer outros crimes e/ou fraudes (acessando dados de clientes, conta bancária, fazendo transferência, entre outros).

O cibercriminoso é uma pessoa ou um processo que tenta acessar, sem autorização, dados, funções ou outras áreas restritas do sistema, possivelmente com intenção maliciosa, podendo ser considerado um ciberterrorista.

No evento Shapes de março deste ano, os especialistas Alec Ross e Keren Elazari afirmaram ser provável que aconteça uma guerra cibernética que uma guerra tradicional. Isto porque existe uma quantidade maior de organizações criminais voltadas para ciberataques, devido à alta rentabilidade, simplicidade da infraestrutura e facilidade para se manterem camuflados e escondidos.

Você já parou para pensar quantos tipos de ciberataques existem?

Existem vários! Cada tipo tem sua forma de execução, finalidade, vítima, etc. específicas. Segue abaixo alguns exemplos:

  • Ransomware: também conhecido como sequestro virtual, objetiva encontrar e copiar dados importantes da sua empresa, deletando o original.

O cibercriminoso entra em contato com a empresa e pede um “resgate” para que os dados sejam devolvidos, ou não sejam divulgados.

  • Phishing: rouba dados pessoais muito sensíveis (inícios de sessão, ou login, dados de cartões de créditos, entre outros).

Consiste no envio de mensagens fraudulentas, normalmente através de e-mails – aparentemente vindos de fontes fiáveis e seguras.

O usuário, de dentro da sua empresa, acessa um link que leva à página do criminoso, ocorrendo o download automático de um software malicioso. Assim que o código do software é executado, ele pode ser usado para acessar outros dados sigilosos, ou cometer outros crimes.

  • Malware: programação criada para interferir em sistemas, conforme a intenção do cibercriminoso.

É a instalação de um software malicioso, ou bloqueio do acesso a componentes essenciais da rede (ransomware), ou a cópia de informações (spyware).

Basicamente, ele aproveita das vulnerabilidades para infringir as redes, costuma atacar quando um usuário clica em um link, ou arquivo anexo em algum e-mail, ou quando dão o comando de ativamento no momento mais oportuno, quando um máximo de máquinas já estão infectadas, normalmente.

  • Injeção de SQL: trata-se de um código malicioso inserido num servidor que utiliza Linguagem de Consulta Estruturada (SQL), capaz de força-lo a revelar informações protegidas, ou que, normalmente, não mostraria.

O hacker pode enviar este código malicioso através de uma janela de pesquisa procedente de um site vulnerável.

  • Ataque de negação de serviço (DDoS): seu objetivo é esgotar os recursos e a largura da banda, provocando a saturação dos sistemas, dos servidores e, inclusive, das redes com tráfego.

Os hackers costumam utilizar diferentes dispositivos preparados especialmente para lançar o ataque e as consequências se traduzem na incapacidade para completar as petições legítimas.

  • Blackdoor: Mais conhecido como “Cavalo de Troia”, quando ativado, abre uma porta de entrada para o criminoso de dentro do sistema, o que diminui bastante suas chances de detecção e bloqueio.

O arquivo infectado com um vírus ou malware pode ser enviado através de e-mail ou download.

  • Living off the land (viver fora da terra): passa pelas tecnologias de antivírus e endpoints para se infiltrar em uma rede e roubar informações sem instalar softwares mal-intencionados. Executando comandos padrões para pesquisar por conteúdos valiosos e depois enviar os dados por e-mail para eles mesmos.

Através desta técnica ele também pode assumir o controle de outros computadores e contas, adivinhando ou “quebrando” outras senhas fracas. 

Como proteger minha empresa de ciberataques? 

O sucesso das iniciativas de cibersegurança dependem da qualidade da infraestrutura, com aplicações modernas e tecnologicamente preparadas para o novo modelo de uso das informações e, evidentemente, da participação ativa das pessoas e departamentos existentes em cada empresa.

A primeira decisão é quebrar definitivamente a crença equivocada de que seu negócio, por não ser de grande porte, não pode se tornar foco de hackers. Afinal, quanto menores os esforços para aumentar a proteção, maiores são as vulnerabilidades!

 O segundo passo é uma análise das vulnerabilidades, isto é, identificar os riscos a serem protegidos: softwares desatualizados e/ou ineficazes à realidade corporativa, ausência de softwares de segurança, entre outros.

É essencial fornecer educação a todos os colaboradores e não apenas para a equipe de TI – mesmo porque, muitas empresas não possuem uma infraestrutura especializada – o que potencializaria a proteção de informações/sistemas e minimizaria a ocorrência de falhas.

Outro ponto fundamental é entender que o know-how, tempo e os recursos das empresas – principalmente de médio e pequeno porte –  podem não ser suficientes para promover todas as atividades de segurança necessárias, de forma especializada e segura.

O que nos remete à necessidade de contratar uma empresa especializada em segurança da informação. Além da possibilidade de apresentar soluções que englobam melhores custo-benefício, garantindo aderência dos processos do negócio aos objetivos de segurança, para que suas empresa mantenha o foco voltado para o seu trabalho e desenvolvimento.

Mesmo porque, é de conhecimento de todos que os custos de não investir em segurança da informação são muito maiores do que investir!

Considerando que, após um ataque, os prejuízos devido à perda de dados e/ou custos extras para lidar com o incidente –  além a possibilidade de sofrer sanções e multas –  os danos de imagem e a consequente perda de confiança de parceiros e clientes podem ser irreversíveis.

Além de possibilitar vantagens competitivas, estar em conformidade com as leis e regulamentos, prevenir paralisações e interrupções nos processos, é uma forma inteligente de obter o retorno do investimento de contratar profissionais especializados em segurança cibernética.

Recapitulando tudo o que foi explicado neste e em outros artigos que publicamos, também não podemos esquecer das variadas ferramentas essenciais, como:

  • Proteção de dados através de backup;
  • Softwares licenciados e atualizados;
  • Antivírus Corporativo;
  • Demais softwares de segurança abrangente: firewall, ferramentas de monitoramento de tráfego e detecção de intrusos, por exemplo.
  • Política de senha complexa.
  • Cuidados na gestão dos dados pessoais.
  • Criptografe os dados e o tráfego.
  • Conscientização de todos os colaboradores.
  • Terceirização de serviços especializados.

É importante fortalecer a segurança da informação a tempo, sem esperar pela chegada de um incidente deste tipo, situação lamentável que deixa sequelas gravíssimas.

Você está pronto para proteger as informações digitais da sua organização? Nós da M3Solutions estamos prontos para apoiá-lo.

Não medimos esforços para oferecer soluções inteligentes e acessíveis. Nosso maior benefício está na dedicação e comprometimento através de um atendimento por um time altamente qualificado e apaixonado por tecnologia.

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